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Rotina médica, Stress e Burnout

Em inglês, burnout significa combustão total. Na área da saúde, a palavra identifica uma doença que ataca os perfeccionistas e pessoas com extrema dedicação ao trabalho. 

Em 2009 representou a terceira maior causa de afastamentos do trabalho no Brasil, de acordo com o INSS.

 
 

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Laranja pode ajudar a prevenir o AVC

Que comer frutas e verduras faz bem à saúde não é novidade, nem que a laranja ajuda na prevenção de diversas doenças, pois é rica em vitamina C. Mas, agora, pesquisadores britânicos e norte-americanos encontram mais um motivo para essa fruta ser consumida aos montes: a laranja pode ajudar a reduzir o risco de acidente vascular cerebral (AVC).

O estudo, realizado em parceria pelas Universidades de Esta Anglia, na Inglaterra, e da Harvard School of Medicine, analisou dados sobre o risco de AVC em quase 70.000 enfermeiras norte-americanas, focando-se sobre sua alimentação, especialmente sobre as formas de flavonoides, encontrados em plantas.

De acordo com os resultados, os flavonoides cítricos, chamados flavanonas, pareciam estar associados com uma redução no risco de acidente vascular cerebral. "Nossos dados sugerem que se você comer mais frutas cítricas, pode modestamente reduzir o risco de acidente vascular cerebral", afirmam os pesquisadores.

Contudo, os pesquisadores ressaltam que é necessária a realização de novas pesquisas para comprovação dos benefícios. Pessoas que fazem uso de medicamento controlado devem consultar seu médico antes de consumir grande quantidade de frutas cítricas, pois algumas substâncias contidas nessas podem afetar o funcionamento dos medicamentos.

 
 

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Testes iniciais mostram que técnica reverte danos de alzheimer

Uma técnica usada no tratamento dos sintomas do mal de Parkinson e de outras doenças se mostrou promissora, em testes iniciais, no combate aos problemas de memória do alzheimer.

Usando a estimulação cerebral profunda --inserção de eletrodos, por meio de cirurgia, para enviar estímulos elétricos a regiões específicas do cérebro--, cientistas conseguiram "reverter" os danos do alzheimer em dois pacientes, em um grupo de seis.

O hipocampo, parte do cérebro que tem papel fundamental na transformação de memórias recentes em lembranças de longo prazo, é uma das primeiras áreas afetadas pelo alzheimer. Ele literalmente encolhe, a uma taxa típica de 5% ao ano.

Ao estimular eletricamente regiões ligadas ao hipocampo, o grupo do pesquisador canadense Andres Lozano, do Hospital Ocidental de Toronto, foi além de apenas inverter esse declínio. O hipocampo de dois pacientes até aumentou após o tratamento, um 5% e outro 8%.

A cirurgia é feita com anestesia local. Uma pequena incisão é feita, e a área-alvo do cérebro fica exposta. Finíssimos eletrodos são colocados e depois alimentados por uma bateria, que é implantada sob a pele.

FALHAS

Nos três outros voluntários, no entanto, o hipocampo continuou encolhendo normalmente. Em um deles, a diminuição cerebral foi até mais acentuada.

"Achamos que a diferença entre esses resultados tem a ver com o nível de comprometimento cerebral dos pacientes antes do tratamento. Os dois que tiveram os melhores resultados estavam em fase mais inicial", diz Lozano, que participou do Congresso Brasileiro do Cérebro, Comportamento e Emoções,  em São Paulo.

O neurocirurgião Ricardo Nitrini, do Hospital das Clínicas, elogiou o ineditismo da pesquisa. "Os resultados são com certeza extraordinários".

Mas, segundo ele, as pessoas com alzheimer não são o melhor alvo para esse tipo de estudo. "Como o objetivo é avaliar os impactos na memória, seria melhor usar outros grupos, com lesões mais específicas e não progressivas nesse sentido."

O grupo canadense agora se prepara para iniciar uma nova e mais completa etapa do estudo, que contará com cerca de 40 pacientes.

 
 

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Antivirais para esclerose múltipla

Descoberta de vírus que atua sobre a doença leva ao desenvolvimento de medicamentos .
 
Pesquisadores descobriram a influência de um vírus específico para o desencadeamento da esclerose múltipla e com isto, abrem-se novas possibilidades para o tratamento. Para chegarem a esta conclusão, a neuroimunologista Ute-Christiane Meier da Universidade Queen Mary de Londres e sua equipe analisaram o cérebro de pessoas mortas, diagnosticadas ou não com esclerose. Eles descobriraram que o vírus Epstein-Barr (EBV) havia liberado pequenas moléculas de ácido ribonucleico (ARN) - responsável pela produção de proteínas que formam a cápsula e replicação do vírus - em áreas cerebrais de quase todas as pessoas afetadas pela doença. Os resultados da pesquisa foram publicados na revista Neurology.

Mais de 30 mil brasileiros sofrem com a doença – que acomete principalmente mulheres entre 20 e 50 anos, além do crescente diagnóstico entre adolescents e crianças, segundo estimativa da Associação Brasileira de Esclerose Múltipla. A doença compromete o sistema nervoso central (SNC) constituído pelo cérebro, cerebelo, tronco encefálico e medula espinhal, causando um processo inflamatório que culmina no acúmulo de incapacitações neurológicas. Apesar de não existir cura até o momento, há cuidados que amenizam seus sintomas.

Ute-Christiane diz que o EBV é um vírus difícil de combater, quando fica impossibilitado de crescer e se espalhar, ele pode se esconder entre as células do sistema imunológico e desencadear a febre glandular. Ela e sua equipe pretendem investigar de que forma o vírus é levado por células do sistema imunológico ao sistema nervoso central, onde ocorre o ataque ao organismo, e já trabalham no desenvolvimento de medicamentos anti-virais para combatê-lo.

A cientista acredita que a descoberta traz grandes avanços para o tratamento e até mesmo chances de prevenção. “É preciso ter cautela, mas futuros estudos poderão revelar a relação causal entre o microrganismo Epstein-Barr e a esclerose múltipla, tornando possível alterar o curso da doença ou impedir a ação do vírus”, diz Ute-Christiane.

 
 

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Mais ativos e inteligentes

Exercícios físicos aumentam o volume do cérebro, estimulam a sensação de bem-estar e alteram, para melhor, o modo como pensamos e sentimos
 
A maioria das pessoas se sente bem depois de correr ou mesmo fazer uma caminhada leve. Há várias hipóteses, levantadas pela ciência e pelo senso comum, que explicam esse fato: o exercício físico ajuda a esquecer pequenas frustrações diárias, reduz a tensão muscular e estimula a produção de endorfinas. Mas talvez a maior razão de nos sentirmos tão bem quando o coração bate mais rapidamente e bombeia sangue por todo o corpo é que isso ativa o cérebro e seus intrincados circuitos – o que, segundo estudos recentes, é o maior benefício do exercício físico. O desenvolvimento de músculos e o condicionamento do coração e dos pulmões podem ser considerados apenas efeitos colaterais diante do potencial que a atividade física tem de nos tornar mais bem humorados e inteligentes.

Alguns benefícios da atividade física para o cérebro

1. Previne acidente vascular cerebral: o aumento da capacidade cardiorrespiratória reduz a pressão sanguínea do corpo em repouso, o que diminui o risco de acidentes vasculares cerebrais (AVC). A movimentação sintetiza proteínas, como o fator de crescimento endotelial vascular (VEGF, na sigla em inglês), que estimula a produção de células endoteliais, que compõem o revestimento interno de vasos sanguíneos, tornando-os mais resistentes. O exercício desencadeia também a liberação do gás óxido nítrico, que dilata os vasos para permitir a passagem de um maior volume de sangue.

2. Reduz risco de demência: pesquisadores do Instituto Karolinska, na Suécia, acompanharam 1.173 pessoas com mais de 75 anos por quase uma década. Nenhuma delas tinha diabetes, mas as que possuíam altos níveis de glicose apresentaram uma probabilidade 77% maior de desenvolver Alzheimer. Conforme envelhecemos, os níveis de insulina caem e a glicose tem mais dificuldade para chegar às células e abastecê-las. O excesso de glicose não absorvida cria resíduos nas células, como os radicais livres, que danificam os vasos sanguíneos, colocando-nos em risco de desenvolver Alzheimer. No organismo em equilíbrio, a insulina age contra o acúmulo de placas amiloides, mas seu excesso contribui para o aumento das placas e a inflamação, danificando os neurônios ao  redor.

3. Melhora o humor: a maior produção de neurotransmissores, como a serotonina, e o aumento do número de sinapses previnem a atrofia do hipocampo, associada à depressão e ansiedade. Vários estudos relacionam a prática de atividade física regular à melhora do humor. Além disso, exercícios ao ar livre ou mesmo na academia de ginástica são boa oportunidade para interagir socialmente e fazer novos amigos; as relações sociais são importantes para a manutenção do humor e da autoestima, principalmente depois dos 60 anos.

4. Aumenta a motivação: a atividade física ativa a produção de dopamina, neurotransmissor responsável pelas sensações de prazer e motivação. Iniciar um programa de exercícios, aliás, é um desafio que demanda planejamento e autocontrole.

5. Promove a neuroplasticidade: atividades aeróbicas fortalecem as conexões neuronais e estimulam as células-tronco recém-nascidas a se dividir e se transformar em neurônios funcionais no hipocampo, o que previne o atrofiamento dessa área do cérebro relacionada à memória. Um cérebro ativado pelos exercícios favorece a neuroplascidade e a neurogênese, que é a formação de novos neurônios.

 
 

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Pimenta preta ajuda na queima de gordura

Que a pimenta tem benefícios para saúde não é novidade. Agora, pesquisadores sul-coreanos afirmam estar próximos de desvendar o segredo desse vegetal para o combate da gordura.

Soo-Jong Hum, Ji-Cheon Jeong e seus colegas da Universidade Sejong, em Seul, contam que a pimenta preta e a planta da pimenta preta foram usadas durante séculos na medicina tradicional oriental para tratar problemas gastrointestinais, dor, inflamação e outros agravos à saúde.

Segundo os cientistas, apesar da longa história medicinal, sabe-se pouco sobre como o tempero trabalha no nível molecular mais íntimo. O estudo, publicado no Journal of Agricultural and Food Chemistry, mostra que a piperina – a substância que dá o sabor picante e característico da pimenta preta – bloqueia a formação de novas células de gordura.

Através do uso de estudos de laboratório e modelos de computador, os pesquisadores descobriram que a piperina interfere na atividade dos genes que controlam a formação de novas células de gordura, além de desencadear uma reação em cadeia metabólica que ajuda a manter a gordura estabilizada de outras maneias.

 
 

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Suco de romã age como 'viagra' natural em homens e mulheres

Se a música é o alimento do amor, então romãs parecem funcionar de forma bem parecida para o sexo. Homens e mulheres que beberam um copo diário de suco da fruta por 15 dias tiveram um aumento no hormônio testosterona, que aumenta o desejo sexual em ambos os sexos. As informações são do Daily Mail.

O estudo, realizado por pesquisadores da Queen Margaret University, em Edimburgo, envolveu 58 voluntários com idades entre 21 e 64. Os níveis de testosterona aumentaram entre 16% e 30% entre os sujeitos, enquanto a pressão arterial despencou. As emoções positivas aumentaram e os sentimentos negativos diminuíram.

Para os homens, o nível de testosterona afeta características como barba, uma voz e apetite sexual. As mulheres também produzem o hormônio, que aumenta o desejo por sexo e reforça ossos e músculos. O alto nível de testosterona pode ajudar a melhorar o humor e memória e até mesmo aliviar o estresse.

Pesquisas anteriores sobre o suco de romã encontraram antioxidantes que podem ajudar a evitar doenças cardíacas e ajudar a circulação sanguínea. A fruta também ajuda a combater as várias formas de câncer, alivia os sintomas da osteoartrite, problemas de estômago e conjuntivite

 
 

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Nova medicação para disfunção erétil é aprovada pela FDA

Nova droga para disfunção erétil promete fazer efeito ainda mais rápido do que o Viagra, que atualmente lidera as vendas do setor. Foto: Getty Images

Uma medicação que pode trazer efeitos mais rápidos que o Viagra acaba de ser aprovada pela FDA (Food and Drug Administration), órgão regulador de alimentos e medicamentos dos Estados Unidos . As informações são do site do jornal americano USA Today.

O Stendram, produzido pela empresa Vivus, pertence à mesma categoria de remédios como o Viagra, produzido pela Pfizer; Cialis, da Eli Lilly; e Levitra, da GlaxoSmithKline e Bayer. Todos eles inibem a mesma enzima, PDE5, e trabalham para o aumento do fluxo sanguíneo na região do pênis.

Cerca de 30 milhões de homens têm disfunções de ereção - que envolvem dificuldades em tê-la ou mantê-la - segundo informações da FDA. A aprovação pelo órgão expande as opções de tratamento para pacientes impotentes, em consulta com o médico, "para que escolham pelo tratamento mais apropriado", disse, em comunicado, Victoria Kusiak, da FDA.

O comunicado diz anda que os pacientes são instruídos a tomar o Stendra 30 minutos antes da atividade sexual. No entanto, estudos têm mostrado que o remédio começa a fazer efeito em apenas 15 minutos, o que o torna ainda mais rápido do que as outras drogas - que se tornam ativas entre 30 e 60 minutos (embora não tenham sido diretamente comparadas em estudos).

A nova droga vem com as mesmas advertências das demais: 2% dos pacientes em testes com o Stendra demostraram efeitos colaterais como dor de cabeça, vermelhidão facial e congestionamento nasal, segundo a FDA. Em casos mais raros, os pacientes podem acabar mantendo a ereção por mais de quatro horas. Problemas com visão e audição também podem vir a ocorrer.

Além disso, assim como as demais drogas, ele não funciona para todo mundo. Em testes com a medicação, 57% dos homens com disfunções eréteis diversas, e 40% de homens diabéticos, foram capazes de ter relações bem-sucedidas.

Para o próximo ano, a expectativa é de que as vendas com o Stendra alcancem os US$ 68 milhões, de acordo com a agência Bloomberg. O Viagra, que lidera o topo das vendas no segmento, bateu US$ 2 milhões em vendas no ano passado. Enquanto isso, a empresa Vivus aguarda outra aprovação da FDA para outro de seus produtos - uma pílula para perda de peso chamada Qnexa.

 
 

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O que faz alguém ser esforçado ou preguiçoso?

O que faz com que algumas pessoas sejam motivadas e ambiciosas e outras sejam preguiçosas? De acordo com um novo estudo, a química cerebral de cada um pode ser a responsável por essa diferença.

A dopamina, um químico que desempenha diversos papéis no cérebro, está associada à ética de trabalho e também à negligência, dependendo da quantidade e da área cerebral de atuação.

“Para a nossa surpresa, nós também encontramos uma região diferente do cérebro (…) que mostrou um relacionamento negativo forte entre o nível de dopamina e a vontade de trabalhar muito”, explica o pesquisador Michael Treadway, da Unversidade Vanderbilt.

A descoberta pode afetar a forma como algumas doenças são tratadas, como o déficit de atenção e a depressão. “Nós achamos que parte do que acontece na depressão é alguma alteração na motivação e parte do ímpeto para esse estudo foi trabalhar em direção a um modelo que seja capaz de testar o papel da motivação na depressão. Isso pode ser uma forma de acessar o lado motivacional da depressão”, completa, Treadway.

A pesquisa foi publicada no periódico Journal of Neuroscience.

 
 

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Arrependimentos prejudicam qualidade de vida

O que fazer para viver melhor? Além de cuidar da saúde do corpo, é fundamental cuidar da saúde de mente, e, para envelhecer emocionalmente bem, é fundamental deixar de lado o pesar pelas oportunidades perdidas e o arrependimento.

Pesquisadores da University Medical Center Hamburg-Eppendorf, na Alemanha, usaram exames de ressonância magnética funcional (fMRI) para comparar a atividade cerebral de três grupos de pessoas: jovens, idosos deprimidos e idosos saudáveis, que se submeteram a um jogo no qual podiam ganhar ou perder tudo no final.

Os resultados mostraram que, ao descobrirem as chances que tinham perdido nos jogos, fez com que, na rodada seguinte, os jovens e idosos deprimidos assumissem mais riscos, o que não aconteceu com os idosos saudáveis. Os dois primeiros grupos apresentaram mais alterações de estresse e ansiedade, o que não foi observado nos idosos saudáveis.

 
 

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Exame ajuda a identificar doenças mentais a partir de imagem no cérebro

O spect cerebral é um exame capaz de diagnosticar problemas psicológicos. Foto: Divulgação

O "spect cerebral" é um exame capaz de diagnosticar problemas psicológicos.

Criado pelo professor da Universidade da Califórnia Ismael Mena, o chamado "spect cerebral" já é desenvolvido no Brasil e é um exame capaz de diagnosticar problemas psicológicos. Chegou pelas portas de Natal, pelo médico e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte Roberto Jales, que após fazer um curso com Mena começou a realizar o exame na Clínica Nuclear de Natal. A partir do exame desenvolvido por Ismael Mena, em todo mundo já foram feitos mais de 30 mil exames. No Rio Grande do Norte, o médico Roberto Jales explica que recebe pacientes de outros Estados que vêm em busca do diagnóstico da doença mental.

A "cintilografia de perfusão cerebral" é realizada em duas etapas. O paciente primeiro é submetido a uma avaliação com a psicóloga e depois é feita a captura da imagem do cérebro. É injetada uma substância que é captada pelo cérebro e a partir disso gerada a imagem feita através da máquina de Medicina Nuclear. A partir dessa imagem o médico Roberto Jales avalia a distribuição da substância no cérebro e a cor. Com isso, é traçado o diagnóstico. O laudo é feito em conjunto pelo professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte com o médico Ismael Mena, que recebe as imagens pela Internet.

"Há casos em que os pacientes chegam com dois diagnósticos e o exame trará o laudo sobre a doença que acomete o paciente", afirmou Roberto Jales. Em recente entrevista à imprensa natalense, Ismael Mena explicou que todo trabalho é realizado a partir de um banco de dados que foi feito com base em pacientes normais. "Nós construímos bases de dados para crianças de 3 a 5 anos e outro diferente de 6 a 18 anos. Outra de jovens de 18 a adultos de 40 anos e um para adultos com de 40 a 80 anos. Isso foi possível com o desenvolvimento em meu laboratório na Universidade da Califórnia para o software de padronização para o volume do cérebro para que possamos construir bases de dados normais, e especialmente para comparar os resultados de nossos pacientes anormais com bancos de dados normais correspondentes ao mesmo grupo da idade", disse o médico.

Ismael Mena explicou que esse comparativo do cérebro de uma pessoa normal com o de paciente doente é possível a partir da variação do fluxo sanguíneo no cérebro. "Em mais de 20 anos de trabalho nós descrevemos alterações em circuitos funcionais em várias doenças cerebrais, como transtornos de humor, cognitivas, os efeitos de drogas e lesões cerebrais, entre outros", comenta Ismael Mena.

Ele descarta que o exame seja um concorrente de psicólogos e psiquiatras. "O neuroSPECT (nome do exame realizado) auxilia psiquiatras e psicólogos reforçando o seu trabalho e dando mais informações no momento do diagnóstico adicional, para tomarem as decisões sobre o tratamento. O exame também oferece a possibilidade de avaliação por imagem das respostas terapêuticas em curto espaço de tempo e, assim, aumenta a eficácia dos seus tratamentos", destacou.

 
 

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Bebidas energéticas e esportivas podem danificar os dentes

Os seus níveis elevados de acidez das bebidas energéticas corroeriam o esmalte do dente. Foto: Getty Images

Os seus níveis elevados de acidez das bebidas energéticas corroeriam o esmalte do dente.

Bebidas energéticas e esportivas, queridinhas de adolescentes e jovens adultos, podem causar danos irreversíveis aos dentes. Os seus níveis elevados de acidez corroeriam o esmalte. Essa é a conclusão de um estudo publicado na Academia Geral de Odontologista, nos Estados Unidos, e comandado por Poonam Jain, da Universidade do Sul de Illinois. Os dados são do jornal Daily Mail.

Os pesquisadores examinaram os níveis de acidez de 13 bebidas esportivas e de nove energéticas. Constataram que podem variar entre marcas e sabores do mesmo fabricante. Depois, imergiram amostras de esmalte de dente humano em cada líquido durante 15 minutos e, então, em saliva artificial por duas horas. Esse ciclo foi repetido quatro vezes ao dia, durante cinco dias. "Esse tipo de teste simula a mesma exposição a que uma grande proporção de adolescentes e jovens adultos americanos estão submetendo seus dentes quando bebem uma dessas bebidas a cada poucas horas", disse Jain. Os danos ao esmalte foram evidentes após apenas cinco dias de exposição. E as bebidas energéticas mostraram causar duas vezes mais problemas que as esportivas.

Sem a proteção do esmalte, os dentes se tornam excessivamente sensíveis e propensos a cáries. A porta-voz da Academia Geral de Odontologista, Jennifer Bone, recomenda minimizar a ingestão dos produtos. Também aconselha a mastigar chiclete sem açúcar ou lavar a boca com água após saboreá-los, táticas que aumentam o fluxo de saliva, o que ajuda a devolver os níveis de acidez normais à boca.

 
 

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Estresse na infância pode causar envelhecimento precoce

Traumas e situações de violência vivenciados por crianças podem fazer com que elas passem por processos acelerados de envelhecimento biológico.

O abuso e o estresse na infância já foram associados a um maior risco de doenças e problemas de saúde na vida adulta, e um novo estudo desenvolvido na Universidade Duke (Estados Unidos) mostra que essas experiências podem também acelerar o envelhecimento físico das vítimas.

“Essas crianças são mais velhas do que elas deveriam ser”, explica o pesquisador Idan Shalev, o que poderia colocá-las em risco de morte prematura.

Para investigar essa hipótese, os pesquisadores observaram os telômeros do DNA, que ficam nas pontas dos cromossomos e diminuem com cada divisão de célula. Assim, eles são um indicativo confiável do envelhecimento do corpo. A literatura médica mostra que pessoas que têm telômeros mais longos têm chances maiores de terem tido infâncias tranquilas.

Os pesquisadores acreditam que o estresse seja o causador do encurtamento dessas estruturas, já que a violência causa maiores níveis de inflamação no corpo. Esse aumento na inflamação seria então responsável pelo menor comprimento dos telômeros.

De acordo Shalev, a equipe encontrou evidências de que “o envelhecimento do sistema imunológico de crianças pode ser afetado de forma adversa por estresse severo vivenciado na infância, uma cicatriz que pode permanecer durante décadas. Esse estudo ressalta a importância vital da redução da exposição à violência em crianças – tanto do bullying quanto do abuso familiar”.

 
 

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Pacientes internados terão direito a acompanhamento odontológico

Aprovado pelo Congresso Nacional no dia 19 de abril de 2012, o projeto de Lei 2776/08 torna obrigatória a presença de cirurgiões dentistas nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs). Segundo especialistas, a projeto é uma vitória para os pacientes, uma vez que más condições de saúde bucal podem agravar quadros de doenças já graves.

Estudos comprovam que uma higiene bucal deficiente pode agravar o quadro clínico, ocasionar outras infecções – especialmente as respiratórias, além de contribuir para o óbito do paciente. Além disso, a má higiene oral pode facilitar o contágio por pneumonia hospitalar (infecção nosocomial), que é responsável por 10% a 15 % de todas as infecções contraídas em hospitais, além de 20% a 50% das mortes desses pacientes infectados.

Segundo a Dra. Teresa Márcia de Morais, presidente do Departamento de Odontologia da AMIB, o grande desafio enfrentado para adoção de cirurgião dentista nas UTIs é a baixa prioridade dada aos tratamentos odontológicos se comparados aos diversos outros problemas de saúde que o paciente enfrenta. Contudo, a Dra. Teresa explica que o surgimento de estudos que confirmam que uma má qualidade da higiene oral tem papel nocivo à saúde do paciente hospitalizado, a odontologia passa a dividir responsabilidades com a equipe médica.

 
 

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Velocidade da caminhada e força de aperto da mão podem ser fatores de risco de derrames e de demência

Testes clínicos de velocidade da caminhada e força de aperto da mão do paciente podem ajudar médicos a preverem riscos de derrames e de demência.

De acordo com a pesquisadora Erica Camargo, do Boston Medical Center (nos Estados Unidos) “testes muito simples, que podem ser feitos por qualquer clínico em qualquer ambiente de consultório, podem ajudar a determinar os riscos que o paciente tem de desenvolver demência ou sofrer um derrame anos antes de a doença se manifestar”.

A fragilidade e o desempenho físico dos membros inferiores estão associados ao aumento do risco de demência, mas até o desenvolvimento desse estudo não se sabia como isso poderia impactar pessoas na meia idade.

Os pesquisadores avaliaram 2.410 pessoas com idade média de 62 anos. Foram feitos testes de ressonância magnética, velocidade de caminhada, força de aperto de mão e função cognitiva.

Ao longo do acompanhamento de 11 anos do estudo, 34 dos pacientes desenvolveram demência e 79 sofreram derrames. Indivíduos que mostraram ter velocidades mais baixas de caminhada tinham riscos 50% maiores de desenvolverem demência, quando comparadas a quem tinha velocidades mais altas. Andar mais devagar também mostrou estar associado a menor volume cerebral e desempenhos baixos em testes de memória e linguagem.

Quanto ao aperto de mão, pessoas com mais força mostraram ter riscos 42% mais baixos de sofrerem derrame ou ataque isquêmico transitório. Porém, para pessoas com menos de 65 anos esse quesito não teve a mesma relevância. Mais força na mão também foi um indicativo de maior volume cerebral e melhor desempenho em testes cognitivos.

Os resultados impressionaram os pesquisadores. “Se esses testes pudessem ser feitos rotineiramente, como em exames físicos anuais, a informação poderia em junção à consideração de outros fatores de risco, ajudar clínicos gerais a decidirem quais pacientes devem ser encaminhados a um neurologista para avaliação precoce e possíveis intervenções clínicas”, explica Camargo.

Mais pesquisas sobre o tema são necessárias para que os estudiosos consigam entender a relação entre esses fatores e as doenças.

A pesquisa foi apresentada na 64ª reunião anual da American Academy of Neurology.

Fonte: American Academy of Neurology 64th Annual Meeting, New Orleans April 2012. Abstract #2402.

 
 

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Enxaquecas podem ser fator de risco para depressão

Mulheres que sofrem com enxaquecas ou um histórico da doença correm riscos 36% mais altos de desenvolverem depressão nos próximos 14 anos, aponta pesquisa desenvolvida nos Estados Unidos.

As dores de cabeça frequentes vêm uma condição que afeta diversos aspectos da vida do paciente, incluindo sua vida social. Frente a isso, é compreensível que seja possível estabelecer uma ligação entre as duas doenças. Os patomecanismos da enxaqueca e da depressão também são semelhantes.

“Nós não podemos desenvolver uma conclusão forte de que se você teve enxaqueca 20 anos atrás, você ainda vai desenvolver depressão; essa é uma afirmação muito forte” explica o pesquisador Tobias Kurth. “Tudo o que nós podemos dizer é que um histórico de enxaqueca é associável a um futuro risco de desenvolvimento de depressão, e nesse risco não parece importar se você tem enxaqueca com ou sem aura ou se você tem um histórico de enxaqueca no passado”.

 
 

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Tomografias podem prever ganho de peso e comportamento sexual

Pesquisadores descobriram que a atividade cerebral de uma pessoa pode indicar se ela ganhará peso e/ou fará sexo nos próximos seis meses de sua vida.

Em um estudo, cientistas observaram a área do cérebro associada a recompensas, prazer e vícioem mulheres. Participantesem que essa área reagia mais fortemente a fotos de comidas apetitosas e imagens sexuais tinham mais chances de ganharem peso e de terem relações sexuais no futuro próximo.

“Esse estudo é interessante no sentido de que é um dos primeiros a relacionar as respostas do seu cérebro a medidas a longo prazo de comportamento”, afirma o pesquisador Bill Kelley, da Universidade Dartmouth. O pesquisador alerta que o sistema de recompensas do cérebro é apenas um fator, e o quão eficaz a pessoa é em controlar esse sistema com sua força de vontade é importante.

 
 

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Felicidade em excesso pode fazer mal

Não há dúvida de que ser feliz é bom, mas em excesso pode ser um veneno. E, quanto mais procuramos a felicidade, menos somos felizes. Conheça o lado B da felicidade.

Ser feliz é uma das maiores preocupações de nossa sociedade hoje. Ela se manifesta na cultura popular, em livros de autoajuda, terapias e palestras de motivação. Não é para menos. Há fortes evidências sobre os benefícios de ter mais emoções positivas, menos emoções negativas e de estar satisfeito com a vida - os 3 pilares da felicidade. No entanto, essa história também tem dois lados. Se for vivida em excesso, na hora errada e no lugar errado, a felicidade pode levar a resultados indesejados. E, inclusive, não ser saudável.

É o que indicam estudos recentes. Níveis moderados de emoções positivas favorecem a criatividade, mas níveis altos não. Crianças altamente alegres estão associadas com o maior risco de mortalidade na idade adulta por seu envolvimento em comportamentos arriscados. Isso porque uma pessoa muito feliz teria menos probabilidade de discernir as ameaças iminentes. Aqui, na Universidade de Yale, nos Estados Unidos, fizemos uma pesquisa com 20 mil participantes saudáveis de 16 países. E encontramos os maiores níveis de bem-estar naqueles que tinham uma relação moderada entre emoções positivas e negativas em sua vida diária. Também vimos que níveis moderados (não extremos) de sentimentos positivos estão ligados à redução de sintomas de depressão e ansiedade, além do aumento da satisfação pessoal.

Como você pode perceber, felicidade não é uma só. Ela vem em diferentes sabores. Varia, por exemplo, segundo a dimensão do estímulo (excitação x calma) ou do engajamento social (compaixão x orgulho). Certos tipos de felicidade são muito autofocados e, por isso, acabam sendo mal-adaptados. É o caso do orgulho, geralmente ligado às conquistas e ao status social. O orgulho pode ser bom em certos contextos, mas também tem sido associado à agressividade e ao risco de desenvolver transtornos de humor, como a mania.

A própria busca por ser feliz também pode ser contraproducente. Muitas vezes, aliás, quanto mais as pessoas procuram a felicidade, menos parecem capazes de obtê-la. A razão é simples: elas concentram tanta energia e expectativa nesse esforço que os eventos felizes, como festas e encontros com amigos, acabam sendo decepcionantes. Em adultos jovens e saudáveis, essa busca incessante pela felicidade tem sido ligada ao maior risco de mania e depressão.

O que fazer então? É impossível ser feliz o tempo todo ou em todo lugar. Não vale a pena nem tentar. Pense na situação em que você deseja (ou é mais relevante para você) ser feliz. E não se esqueça: não desmereça os sentimentos negativos. A tristeza, por exemplo, é parte da experiência humana e não necessariamente é ruim. Ela até nos ajuda a manter os pés no chão.

Tentar maximizar emoções positivas e minimizar as negativas, portanto, nem sempre é uma boa. O equilíbrio é fundamental.

* June Gruber é professora de psicologia na Universidade de Yale, nos EUA.
Ilustração: Tiago Lacerda

 
 

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Brasil é o 9º país do mundo com mais casos de demência, diz OMS

Um relatório da Organização Mundial da Saúde, OMS, revela que mais de 35 milhões de pessoas estão sofrendo com demência em todo o mundo. Segundo a agência, o Brasil é o nono país com o maior número de casos.

O relatório "Demência, Uma Prioridade de Saúde Pública", lançado  em Genebra, sugere ainda que os países de rendas baixa e média abrigam metade de todos os doentes. De acordo com a OMS, se nada for feito para prevenir e tratar a demência, o número de casos pode triplicar nos próximos anos.

Em entrevista à Rádio ONU, de São Paulo, o professor da Unesp e ex-coordenador de Saúde Mental da OMS, José Bertolote, falou sobre os sintomas.

"Os primeiros sinais de demência são uma perda de memória. Ela (a vítima) esquece onde colocou as coisas e o que deve fazer. Então a doença começa desta forma. Numa situação destas, a pessoa deve se preocupar e procurar ajuda ou uma forma de certificar o diagnóstico, dependendo das condições possíveis  e da fase de evolução da doença", defendeu.



Até 2050, mais de 22% da população acima de 60 anos sofrerão de demência. Mais de oito em cada 10 casos vão ocorrer nos países em desenvolvimento.

Atualmente, a China, com 5,4 milhões de pessoas com demência, lidera a lista dos países com o maior número de casos.

A OMS afirma que, nos próximos 30 anos, até 115 milhões de pessoas deverão viver com demência. Segundo a agência, a falta de diagnóstico, informação e compreensão acerca da demência tem sido o maior desafio na luta contra a doença.

Além disso, pacientes com demência são estigmatizados e isolados, e muitas vezes tem a atenção médica negada.

 
 

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Conheça 3 bebidas que ajudam e atrapalham o sono

Algumas bebidas parecem inofensivas, mas podem influenciar a qualidade do nosso sono. Foto: Getty Images


Algumas bebidas parecem inofensivas, mas podem influenciar a qualidade do nosso sono.

É preciso ficar atento com tudo o que você consome antes de dormir. Algumas bebidas parecem inofensivas, mas podem influenciar na qualidade do sono. Por isso, o site Fitsugar listou três bebidas que podem ser substituídas à noite. Confira a seguir:

Troque o chá branco por camomila: o chá branco é estimulante porque contém cafeína. Prefira chá de camomila, que ajuda a acalmar.

Troque o suco de laranja por suco de cereja: suco de laranja contém alto teor de açúcar, que vai mantê-lo agitado a noite toda. Já o suco de cereja, que é bem menos consumido, contém melatonina, que facilita o descanso.

Troque as bebidas alcoólicas por um copo de leite quente: você pode até pensar que a cerveja ajuda a relaxar na cama, mas ela deixa seu sono agitado. Por isso, sempre que puder, prefira um copo de leite quente. Essa pode ser uma opção difícil, mas seu corpo vai agradecer na manhã seguinte.

 
 

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Jogo de computador pode ajudar a combater a depressão em adolescentes


Segundo estudo, jogo de fantasia interativo é eficaz em tratamento. Foto: Getty Images

Jogar um game de computador em 3D pode ser eficaz no tratamento dos jovens com depressão, sugeriu uma nova pesquisa. As informações são do Daily Mail.

O estudo, publicado no British Medical Journal, constatou que muitos adolescentes são avessos a procurar ajuda para problemas de saúde mental. Para resolver esse problema, os pesquisadores desenvolveram um jogo de fantasia interativo chamado Sparx, que vê como cada jogador escolhe um avatar e, em seguida, enfrenta os desafios para restaurar o equilíbrio em um mundo virtual dominado por mosquitos.

Eles descobriram que o jogo de autoajuda, que utiliza técnicas de terapia comportamental cognitiva para ajudar os usuários, teve grandes benefício assim como os tratamentos mais tradicionais, reduzindo os sintomas de depressão e ansiedade em pelo menos 1/3.

Ao todo, 187 jovens foram estudados na Nova Zelândia e grande parte se recuperou completamente jogando o game. Um total de 44% daqueles que completaram pelo menos quatro dos sete módulos em Sparx se recuperaram. Os autores do estudo, que se baseiam na University of Auckland e na University of Otago disseram que Sparx é um "recurso efetivo para ajudar adolescentes com depressão em cuidados de saúde primários". Eles acrescentaram: "o uso do programa resultou em uma redução clinicamente significativa na depressão, desesperança, ansiedade e uma melhoria na qualidade de vida."

 
 

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Pensamento analítico pode incentivar o ateísmo

Pessoas que procuram pensar de forma analítica podem acabar acreditando menos em Deus. Pesquisadores da University of British Columbia, no Canadá, desenvolveram um estudo que mostra que a crença religiosa surge de um sentimento intuitivo e instintivo.

A conclusão da pesquisa aponta que as crenças na religião são apoiadas pela intuição, mas se as pessoas escolhem ser mais analíticas em suas reflexões, isso promoverá o ateísmo. De acordo com o pesquisador Will Gervais, o estudo não debate o valor da religião. Tanto o pensamento analítico quanto o processamento intuitivo promovem as crenças religiosas e são igualmente importantes.

“Ambos são ferramentas úteis. Ultimamente esses estudos estão observando fatores cognitivos que podem influenciar a crença ou a descrença, mas eles não têm nada a dizer sobre a racionalidade inerente ou o valor da religião”, explica Gervais. “É importante enfatizar que todo mundo tem esses dois sistemas. Todo mundo pode pensar intuitivamente e analiticamente, e não é o caso de que o sistema intuitivo está sempre errado e o analítico está sempre certo”, completa.

 
 

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Beterraba pode melhorar desempenho de corredores

A beterraba contém altos níveis de nitrato, relacionado ao aumento do desempenho em exercícios.

Se você pratica corrida para manter a forma e a saúde, saiba que a beterraba é uma grande aliada. De acordo com uma pesquisa da Universidade de Saint Louis, faz com que os atletas corram mais rápido. Os dados são do jornal Daily Mail.

O alimento contém altos níveis de nitrato, relacionado ao aumento do desempenho em exercícios. Para testar sua eficácia, os cientistas recrutaram 11 homens e mulheres saudáveis e em forma, e pediram que corressem 5 km na esteira duas vezes.

Pouco mais de uma hora antes da primeira, consumiram uma porção de beterraba cozida. Antes da segunda, comeram uma quantidade equivalente de molho de cranberry, que tem conteúdo calórico similar, mas sem as mesmas taxas de nitrato.

Os corredores alcançaram, em média, 11,9 km/h ao saborear o molho. E, com a beterraba, 12,3 km/h. Os cientistas também notaram que os voluntários pareceram ser capazes de manter a velocidade por mais tempo com o auxílio da raiz.

Os resultados complementam um estudo anterior, da Universidade de Exeter e Escola de Medicina Peninsula, na Inglaterra, que concluiu que beber suco de beterraba aumenta a resistência e ajuda a se exercitar por até 16% mais tempo.

 
 

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Comer morangos pode evitar o envelhecimento do cérebro

O segredo para evitar o envelhecimento do cérebro pode estar no consumo de morangos, amoras e mirtilos. Foto: Getty Images

O segredo para evitar o envelhecimento do cérebro pode estar no consumo de morangos, amoras e mirtilos.


A longevidade talvez seja um dos maiores desejos da humanidade. Porém, segundo a matéria publicada no jornal britânico Daily Mail, o segredo para evitar o envelhecimento do cérebro, por exemplo, pode estar no consumo de morangos, amoras e mirtilos. Eles descobriram que o envelhecimento do cérebro poderia ser adiado por até dois anos e meio em mulheres idosas que consomem regularmente as frutas.

As descobertas vêm de um estudo em curso de enfermeiros que envolve apenas mulheres, mas pode também se aplicam aos homens. Especialistas acreditam que os benefícios acontecem porque estes alimentos possuem teor elevado de flavonóides, compostos de antioxidantes encontrados em plantas que podem proteger contra uma ampla gama de doenças.

A equipe de pesquisa dos EUA usou dados do Estudo da Saúde das Enfermeiras, envolvendo 121.700 pacientes do sexo feminino, entre as idades de 30 e 55, que completaram questionários de saúde e estilo de vida desde 1976. "Os antioxidantes ajudam a neutralizar os radicais livres e promove um envelhecimento melhor", explicou o Dr. Elizabeth Devore com Brigham e do Hospital da Mulher e da Harvard Medical School, em Boston, Massachusetts.

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